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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Parque do Ibirapuera receberá o Pet Bazzar em abril

Um dos principais cartões postais da cidade de São Paulo será  palco de um grande evento dedicado aos animais de estimação no próximo ano. Nos dias 2 e 3 de abril, o Parque do Ibirapuera abrigará a primeira edição do Pet Bazzar, evento que reunirá atrações para toda família, inclusive para os mascotes. Os animais que estiverem com a carteira de vacinação em dia terão acesso livre e poderão aproveitar os momentos de diversão ao lado dos donos.

A programação do Pet Bazzar incluirá apresentações de agility, desfiles de moda canina, palestras, concurso de tosa e shows. O evento contará ainda com estandes de lojas pet, lanchonetes para os donos e para os animais, além de uma creche, onde os peludos serão supervisionados por monitores enquanto os proprietários participam de alguma atividade.

Nossa proposta é oferecer um evento diferenciado e que inclua toda a família, inclusive os pets. Além do lazer, queremos estimular a posse responsável, chamando a atenção para os cuidados básicos com os animais”, explica Maria Luiza Reis, uma das idealizadoras do evento.

Uma das principais atrações do Pet Bazzar é a realização da 1ª edição brasileira do concurso internacional “O Cão Mais Feio do Mundo”. A competição, muito popular nos Estados Unidos, elegerá o cão mais feio entre os inscritos. Os três primeiros colocados vão receber prêmios em dinheiro.

’Feio é não adotar’. É com esse slogan que pretendemos chamar a atenção das pessoas para o abandono, problema grave e crescente em todo o País. Por meio deste concurso bem-humorado, queremos reforçar que a aparência externa do pet em nada influencia sua fidelidade e carinho. Há muitos animais aguardando por um novo lar”, conclui Maria Luiza.

O Pet Bazzar integra o calendário oficial de eventos da cidade de São Paulo e conta com o apoio da São Paulo Turismo (SP Turis) e São Paulo Convention & Visitors Bureau.

Anote na agenda:

Pet Bazzar

Dias 2 e 3 de abril de 2011
Parque do Ibirapuera – SP
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terça-feira, 20 de abril de 2010

3º ENCONTRO DE BARBUDOS / SCOTTIES SP


Início:     Apr 25, '10 10:30a
Fim:     Apr 25, '10 1:00p
Localização:     Pça. Vinícius de Moraes / Morumbi - (em frente ao Palácio do Governo / dos Bandeirantes - no banco central da ponta de baixo) – São Paulo/SP



Data: Domingo, 25 de Abril de 2010
Horário: 10h30 às 13h00
Local: Pça. Vinícius de Moraes / Morumbi


(em frente ao Palácio do Governo / dos Bandeirantes - no banco central da ponta de baixo) – São Paulo/SP



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Finalmente chegou o dia do nosso 3º ENCONTRO DE BARBUDOS / SCOTTIES SP!!! AUvisem todos os barbudinhos que vcs Cãonhecem para virem se divertir com a gente. Todos vão AUdorar, fazer novas AUmizades, e até possíveis nAUmoros! Lembrando o intuíto dos enCãotros é de socializar nossos barbudos & trocar experiências. Esperamos todos vcs!!!! Não cheguem tarde, os sorteios terão início apoós a FOTO OFICIAL que será as 12h00;



Para quem não sabe como chegar na Pça. Vinícius de Moraes: www.sp360.com.br/passeios/pass_parques_pca-vinicius-de-moraes.html


IMPORTANTE: Quando o dia amanhece chovendo, mas para até às 08h00, a praça seca muito rápido, AUcreditem!!!
...e o enCãotro AUcontece.
 




PATROCÍNIO:









  

APOIO:


 Tragam suas doações! Pode ser AUquele remedinho que nAUm precisa mais, jornal velho, coleira & guia, brinquedos, etc. Os nossos AUmiguinhos a ABEAC ficarAUm AUgradecidos!


Bjosss e Lambsss

Vivi e Raica
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Pet e Criança

Apesar dos benefícios proporcionados pelos pets ao desenvolvimento infantil, apenas 33% dos casais com filhos pequenos possuem animais de companhia.

Quem nunca pediu aos pais um cachorro ou gato, durante a infância, e ouviu não como resposta? É fato que os animais de companhia despertam interesse e fascínio nas crianças, entretanto, são poucos os adultos que cedem aos pedidos dos pequenos e atendem a essa vontade dos filhos.

Ao recusar este pedido, muitos o fazem por desconhecer os benefícios que os bichos de estimação podem trazer para o desenvolvimento cognitivo e social de uma criança, contribuindo desde a redução de ansiedade até o desenvolvimento da linguagem e das habilidades motoras, inclusive para fins terapêuticos.

Apesar disso, dados do Radar Pet 2009 – pesquisa inédita divulgada pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), do Sindicato Nacional das Indústrias de Saúde Animal (Sindan), com representantes das classes econômicas A, B e C, identificou que, nos lares de casais com filhos até nove anos, apenas 33% possui um animal de estimação, cenário que comprova o desconhecimento dos pais em relação às contribuições dos pets para a infância.

De acordo com o veterinário e presidente da Comac, Luiz Luccas, isso se deve, em especial, a alguns mitos associados à saúde, higiene e segurança das crianças.

“É preciso investir na desmistificação desse conceito, uma vez que é possível e saudável a convivência entre crianças e animais de estimação. Inúmeras pesquisas indicam claramente o impacto positivo do animal no dia a dia e, também, na saúde e no comportamento das crianças”, justifica.

O Radar Pet identificou ainda que, com a chegada de um bebê na vida de um casal, a presença dos pets cai pela metade e muitos casais desistem de ter um pet, muitas vezes, por preconceitos, sem atentar aos enormes benefícios que os pets trazem as famílias.

Segundo a médica veterinária Ceres Berger Faraco, que também é Doutora em Psicologia e Presidente da Associação Médico Veterinária Brasileira de Bem-Estar Animal (AMVEBBEA), essa convivência auxilia em questões como hiperatividade, déficit de atenção, transtornos de ansiedade, alimentares e de humor, entre outras questões como conduta opositiva/desafiante, casos de abuso físico, sexual e emocional.

Entretanto, esses benefícios estendem-se para o desenvolvimento infantil como um todo. Estudos realizados nos EUA confirmam que crianças em idade pré-escolar, ao serem ensinadas a cuidar de um animal de estimação, desenvolveram uma maior habilidade social, além de um aumento na sua auto-estima, na cooperação em atividades e demonstraram-se mais compreensivas em relação aos sentimentos dos colegas.

Isso se deve, em especial, pelo fato das crianças terem que se colocar na posição do outro, passando a avaliar o sentimento dos pets como se estivesse em seu lugar, algo importante para a sua sociabilização.

A especialista ressalta ainda que, apesar dos avanços, alem dos pais, muitos profissionais que trabalham com desenvolvimento infantil desconhecem os benefícios desta interação.

“Ainda somos carentes de programas com objetivos terapêuticos que tenham o rigor científico para poder mensurar os resultados”, acrescenta. Inúmeros pesquisas demonstram que a cães trazem enormes benefícios para as crianças, entre eles o desenvolvimento cognitivo e convívio social.

Fonte: Altair Albuquerque
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Os cincos mais destacados

Os 5 cachorros da raça Scottish Terrier mais destacados do mundo:

1° Nome: Maryscot Swing Man Altura: 27cm Peso: 9,5kg Idade: 4 anos
2° Nome: McVan's Rainy Day Man Altura: 26cm Peso: 9kg Idade: 3 anos
3° Nome: Svan Damara Collich Anna Terra Altura: 26cm Peso: 9kg Idade: 3 anos
4° Nome: Lake Buena Vista Bambam Altura: 26cm Peso: 11kg Idade: 4 anos
5° Nome: Lake Buena Vista Enzo Altura: 28cm Peso: 11kg Idade: 2 anos
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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Canil CK Convida - 49º ENCONTRO DE BRANQUELOS

Canil CK Convida - 49º ENCONTRO DE BRANQUELOS




Data: Domingo - 04 de Outubro de 2009
Horário: 10h30 às 13h
Local: Praça Vinícius de Morais / Morumbi - São Paulo - SP
(em frente ao Palácio do Governo dos Bandeirantes - no banco central da ponta de baixo)

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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Desenvolvimento da Raça

Desenvolvimento da Raça

História documentada, e desenvolvimento inicial da raça começaram na década de 1870, com o aumento das exposições de cães. Exibir cães exigia que eles fossem comparados a um padrão para cada raça, e a aparência e o temperamento do Scottie foi escrito pela primeira vez.

Naqueles idos tempos de exposições de cães, os nomes dos Scotties - que se tornaram o alicerce da raça - começaram a surgir. Roger Rough, do Sr. J.A. Adamson, de Aberdeen; Tartan, do Sr. Paynton Piggot; Bon Accord, de Messrs Ludlow; e Bromfield e Splinter II, do Sr. Ludlow foram os primeiros vencedores e são os quatro cães a partir dos quais todos os Scottish Terriers descendem.

Seus descendentes, como os filho e o neto de Bon Accord, Rambler e Alister, respectivamente, foram cães vencedores de exposições e bastante requisitados como padreadores. O Sr. John Napier Reynard era o dono de um campeão Revival (CH), e o Capitão W.W. Mackie, considerado o "Pai dos Scottish Terrier", na Escócia, era dono de outro campeão, Dundee, outro neto de Bon Accord. Os cães Heather Prince, do Sr. Robert Chapman, e Seafield, do Sr. Andrew Kinnear também foram exmplares importantes no período entre 1880 e 1910.

A primeira descrição do Scottie foi escrita pelos Srs. James B. Morrison e Thompson Grey, em 1880, e a raça é claramente identificada nesse documento. Com a formação do Scottish Terrier Club of Scotland, em 1888, um padrão mais formal foi desenvolvido, baseado fortemente pelo trabalho realizado por Morrison, e permaneceu em uso até a revisão de 1933, pelo Scottish Terrier Club (da Inglaterra). Os antigos clubes (o inglês, fundado em 1882, e o escocês, fundado em 1888) estavam cheios de homens envolvidos ativamente no desenvolvimento da raça, e muitos de seus canis começaram a inscrever seus nomes nos prefixos dos nomes dos cães. O Sr. W. L. MacCandlish criava Scotties, sob o prefixo "EMS", e escreveu fartamente sobre a raça. O prefixo "Heather" do Sr. Robert Chapman era importante, já que seus filhos continuaram seu legado na raça até as decadas de 1920 e 1930. A Sra. Hannay, de Heworth Castle usava o prefixo "Heworth" em seus cães; e os Srs. HRB Tweed (Laindon) e A.G. Cowley (Albourne) foram outros pioneiros importantes para a raça.

Com o ressurgimento das exposições de cães, após a segunda guerra mundial, o Scottish Terrier foi lenta e continuamente reconhcido e apreciado por ser o grande cãozinho que é. A continuação do desenvolvimendo "moderno" da raça aconteceu nas décadas de 1920 e 1930, com o aparecimento de quatro cães muito influentes chamados "The Four Horsemen", por Fayette C. Ewing, em seu livro "The Book of the Scottish Terrier" (1936). Os cães eram: a) Heather Necessity, de Robert e James Chapman; b) Albourne Barty, criado por A. G. Cowley; Albourne Annie Laurie, criado pela Senhorita Wijk; d) Marksman of Docken, irmão de ninhada da cadela Annie Laurie, também de propriedade da Sra. Wijk. Esses quatro cães, por intermédio de seus descendentes, modificaram a aparência da raça, sobretudo o comprimento da cabeça, a proximidade do chão, e o jeito quadrado do corpo - e o seu sucesso nas passarelas os tornou tão requisitados, que eles revolucionaram a raça.

Os Scottish vieram para a América, para os Estados Unidos da América, no início da década de 1880, mas contavam com pouca aclamação do público naquela época. O primeiro clube foi formado em 1900, e o padrão descrito em 1925 - e a raça gradualmente ganhou popularidade à medida que outros bons exemplares foram importados e cruzados nos Estados Unidos. Fayette Ewing foi um dos pioneiros, e seu canil Nosegay Kennels leva a linhagem genética de muitos dos antigos cães ingleses. Ewing foi co-fundador do Scottish Terrier Club of America, escreveu generosamente sobre a raça e visitou seus colegas na Inlgaterra. Ele é considerado o "pai dos Scotties na América".

A popularidade crescente na América, sua surpreendente emigração para um grande número de países do mundo, e seus resultados em exposições de cães ao redor do mundo contribuem para a perenidade de sua história. De fato, esses notáveis cães parecem ser o que a "História" chama de divisores de águas, e sua evolução, e portanto a história da raça, continua. Kennelgarth Viking, criado por Betty Pen-Bull, teve uma influência grande sobre a raça, na Inglaterra de 1960; e ainda na mesma década, o cãe inglês, Bardene Bingo, venceu tudo o que havia para ser vencido nos Estados Unidos. Três cães do canil Bardene: Bingo, Blue Boy, e o filho de Bingo, Bobby Dazzler, tiveram tremenda influência racial, nos E.U.A. A História nos mostrará quem, em seu tempo, serão os próximos cães influentes.

Tradução: Erich Kosloski
Fonte: http://www.scottishterrierdog.com/history.htm (14.09.2009, 22h 08min, UTC -03:00)


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domingo, 13 de setembro de 2009

Origens da Raça

Origens da raça
A Escócia e á terra natal de muitos terriers pequenos e ativos - todos com personalidades fortes, pernas curtas e pelagem longa, rústica e grossa. Séculos atrás, os fazendeiros escoceses utilizam-se desses pequenos espirituosos para manter suas propriedades livres de pragas. Eventualmente, por intermédio de cruzamentos seletivos, surgiram cinco raças de terrier.

Uma personalidade importante na história do Scottish Terrier foi o rei James VI, da Escócia. No século XVII, quando o rei James VI se tornou o rei James I da Inglaterra, enviou seis cães terrier - que se acredita serem os ancestrais do Scottish Terrier - como presentes para a França. Seu amor e adoração pela raça contribuíram para sua popularidade em todo o mundo.

Assim como a maioria das raças, há disputas sobre a verdadeira história do Scottie. Há quem acredite que os Scotties sejam o mais antigo dos terriers. As outras raças de terrier teriam evoluído a partir do Scottie. Para essas pessoas, o Skye Terrier citado em antigos contos históricos não é o Skye Terrier que conhecemos hoje, mas seria, na realidade, o ancestral do Scottish Terrier. E apesar de esta ser uma história interessante, é difícil de ser comprovada.

O que se sabe é que o Scottie tem sido criado, já puro, por muitos anos. Em 1860, um show em Birmingham, Inglaterra, reconheceu o primeiro plantel de Scottish Terrier. Mas apesar de ter a raça reconhecida, o verdadeiro Scottish Terrier não foi apresentado. Em 1882, organizou-se o primeiro clube de Scottish Terrier. Infelizmente, mas conforme já se suspeitava, pouca informação comprovável é conhecida sobre as orígens distantes do Scottish. Sabe-se, contudo, que havia cães de pelagem rústica, pernas curtas, utilizados para se caçarem raposas e roedores nas fazendas das "Western Highlands" (terras altas ocidentais da Escócia) e nas ilhas Hebrides, provavelmente por centenas de anos. Pode até mesmo ter havido tipos distintos de cães em determinadas áreas, já que a natureza acidentada e selvagem da terra, e a escassez de estradas há centenas de anos, implicaram em um grau de isolamento - o que poderia levar ao desenvolvimento desses tipos de cães. Entretanto, haja vista que a população da região era mais dada à sobrevivência que à arte e à literatura, pouca informação formal, com descrição da raça Scottish Terrier, sobreviveu.

Em contraste, não há dúvida de que cães com biotipo, temperamento e habilidades de caça similares às do Scottie eram trabalhadores valorizados, nas "Highlands", durante aquelas centenas de anos. John Lesley, o bispo de Ross, em sua "História da Escócia de 1436 a 1561", escreveu sobre um cão de "estatura baixa que, enfiando-se em cavidades subterrãneas, desentoca raposas, doninhas (furões), texugos e gatos selvagens de seus covis secretos." Duzentos anos mais tarde, Sir Joshua Reynolds pintou o retrato de uma jovem acariciando um cachorro notadamente semelhante ao Scottish. Em 1822, houve referência de Sir Samuel Bewick sobre "cães rústicos, de pernas curtas, dorso longo, e muito fortes", em sua obra "History of Quadrupeds", e há uma cópia datada de 1835, intitulada "Scottish Terriers at Work on a Cairn in the West Highlands"*, que mostrava cães do tipo terrier muito semelhantes àqueles descritos no primeiro padrão da raça Scottish Terrier ( * 2 imagens neste artigo). Outros escritores, na década de 1830, descreveram a forma distinta e as pinturas de Reynolds e de Sir Edwin Landseer - ambos retrataram os arcaicos terriers em suas pinturas.

Logo, a partir desse "tipo" de cão com pernas curtas e pelagem rústica, provavelmente surgiram as raças terrier que associamos hoje com a Escócia - o Cairn, o West Higjhland White, o Skye, o Dandie Dinmont e o Scottie. Os Westies, os Skyes e os Dandies são provavelmente os que têm o desenvolvimento racial mais fáceis de se investigar, já que os MacDonalds de Skye houveram criado cães de pelo e dorso longos por mais de duzentos anos, e os Malcolms de Poltalloch preferiam um cão de cabeça menor, com a preferência da família por exemplares de cor creme e branca. Dandie Dinmont, da novela de Sir Walter Scott, "Guy Mannering", tinha dois terriers, Mustard e Pepper, e seu nome permaneceu com essa distinta raça desde então.

Há dois nomes associados à raça que atualmente conhecemos como Scottie. Nos anos 1860, no início dos tempos de exposição de cães, e antes do desenvolvimento de padrões de raça, o nome "Aberdeen Terrier" era usado para descrever o tipo "Scottie", e pode ser que a raça tenha saído das Highlands, através da cidade de Aberdeen. O outro nome associado ao Scottie é "Diehard". George, o Quarto Conde de Dumbarton, tinha um famoso plantel de Scottish Terriers, tão valentes que foram apelidados "Diehards" (ou duros de matar). Parece que eles inspiraram o nome de seu regimento, "The Royal Scots, Dumbarton's Diehard."

Tradução: Erich Kosloski
Fonte: http://www.scottishterrierdog.com/history.htm (14.09.2009, 22h 08min, UTC -03:00)




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sábado, 12 de setembro de 2009

Padrão da Raça

APARÊNCIA

O Scottish Terrier é um cão pequeno, porém resistente e resiliente, de corpo e pescoço musculoso (a circunferência típica do pescoço é cerca de 35cm), e de peito largo. Eles têm pernas curtas, e estrutura robusta, com a cabeça comprida em relação ao corpo. Devido ao fato de a raça também ser conhecida como Aberdeen Terrier, as fêmeas às vezes recebem nomes como "Abby", ou "Aggie", e os machos às vezes recebem o nome "Scottie".

O Scottie tem patas grandes e adaptadas para cavar e desentocar. Orelhas e cauda eretas e salientes são características da raça. Seus olhos são pequenos, brilhantes, em fornato de amêndoa, castanho-escuros ou quase pretos.

1 – Trufa
2 – Focinho
3 – Stop
4 – Crânio
5 – Occipital
6 – Cernelha
7 – Dorso
8 – Lombo
9 – Garupa
10 – Raiz da cauda



11 – Ísquio
12 – Coxa
13 – Perna
14 – Jarrete
15 – Metatarso
16 – Patas
17 – Joelho
18 – Linha inferior
19 – Cotovelo





20 – Linha do solo
21 – Metacarpo
22 – Carpo
23 – Antebraço
24 – Nível do esterno na cernelha
25 – Braço
26 – Ponta do esterno
27 – Ponta do ombro


a- profundidade do peito
b - altura do cotovelo
a+b = altura do cão


TAMANHO
A altura para ambos os sexos varia entre 25,4 a 28cm (altura do dorso). Normalmente, um scottie bem estruturado pesa entre 8,6 – 10,4 kg.


COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO
Leal e fiel. Digno, independente e reservado, mas corajoso e altamente inteligente. Valente, mas nunca agressivo.


CABEÇA
Longa, sem ser desproporcional ao tamanho do cão.




REGIÃO CRANIANA
Crânio: o comprimento do crânio permite uma largura suficiente, mantendo aparência estreita, quase plana.
Stop: ligeiro, mas distinto entre o crânio e o focinho, à frente dos olhos.




REGIÃO FACIAL
Trufa: larga, e de perfil, a linha que vai da trufa ao focinho parece ligeiramente inclinada para trás.
Focinho: fortemente construído e profundo em todo seu comprimento. Crânio e focinho de igual comprimento.
Maxilares / Dentes: dentes largos com uma perfeita e regular mordedura em tesoura.
Bochechas: ossos das bochechas, não salientes.
Olhos: amendoados, marrom escuros, bem separados, inseridos profundamente abaixo das sobrancelhas com expressão viva e inteligente.
Orelhas: bem desenhadas, de textura fina, pontudas, eretas e inseridas no topo do crânio, mas não muito juntas. Orelhas grandes com a base larga são altamente indesejáveis.




PESCOÇO
Musculoso e de comprimento moderado.




TRONCO
Linha superior do corpo reta e nivelada.
Dorso: proporcionalmente curto e muito musculoso.
Lombo: musculoso e profundo.
Peito: costelas bem arredondadas, achatando para formar um peito profundo e portado
bem para trás. Poderosa união das costelas com o posterior.




CAUDA
De comprimento moderado dando um balanço geral ao cão, grossa na raiz, afinando para a ponta. Portada reta ou ligeiramente curvada.




MEMBROS
Anteriores: cabeça portada em um musculoso pescoço de tamanho moderado mostrando qualidade, inserida em ombros oblíquos. Peito bastante largo, bem descido entre os membros anteriores. Antepeito bem à frente sobre membros anteriores de boa ossatura e retos.
Cotovelos: nem virados para fora nem colocados abaixo do corpo.
Metacarpos: retos.
Posteriores: notavelmente poderosos para o tamanho do cão. Nádegas fortes e largas.
Coxas: profundas.
Joelhos: bem angulados.
Jarretes: curtos, fortes, nem virando para fora nem para dentro.
Patas: de bom tamanho, bem acolchoadas; dedos bem arqueados e fechados; patas anteriores ligeiramente maiores que as posteriores.




MOVIMENTAÇÃO
Suave, livre e nivelada como um todo. Anteriores e posteriores retos, com propulsão nos posteriores.

PELAGEM
O scottie típico apresenta camada externa de pelos dura, longa, e resistente a intempéries; a sub-camada de pelos mais densa, e macia. Os pelos são comumente tosados, mantendo-se longas a barca, sobranceklhas, e saia ao redor de todo o corpo (comprida até o chão). A cabeça, orelhas, cauda e dorso tradicionalmente mantidos em tosa bem curta.

As cores variam de cinza escuro a preto, ou "brindle" (uma mistura de preto e marrom, também chamada de "tigrado"). Às vezes também ocorrem cores como Trigo, ou "trigueiro" (pelagem de cor bege, também tendendo a quase branco). Mas não se deve confundi-los com os cães das raças Soft-Coated Wheaten Terrier ou West Highland White Terrier.

TEMPERAMENTO
Os scotties são territoriais. Eles são alertas, rápidos e valentes - talvez até mais que as demais raças de terrier. A raça é famosa por ser independente, determinada, brincalhona, inteligente, e foi apelidada "Diehard" por causa de sua natureza valente. Apesar de preto ser a cor mais tradicional de scotties, as cores trigo e brindle também são padrões reconhecidos e valorizados da raça.

Apesar de os scotties serem bastante afetuosos, eles também podem ser teimosos. Seu treinamento necessita determinação, comandos firmes e muito carinho, desde tenra idade, caso contrário, eles tomarão a liderança e o controle da família para si. Eles são muito leais e tenten a "aceitar" uma ou duas pessoas como dono. À raça tem sido atribuído temperamento valente e sensível.

Esses animais tornam-se bons cães de guarda, já que latem raramente, apenas quando necessário, além de se demonstrarem reservados com estranhos. Muito embora isso seja muito mais relativo à educação que à genética; e a menos que sejam apresentados e criados junto com outros cães, eles tendem a não tolerar muito bem companhia de cães estranhos.

Essa raça foi concebida para caçadas e rinhas. Portanto, eles adoram cavar e caçar qualquer coisa que se mova. Adoram passear!

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Cores

Em consonância com o que estabelece o American Kennel Club, há três cores aceitas para a raça Scottish Terrier: trigo, preto e brindle. Muitos cães de cor preta ou brindle apresentam pintas ou mechas brancas ou prateadas em sua pelagem - o que é normal e não se deve penalizar. A cor branca só é aceita no peito e nas bochechas, ou no queixo, apenas em pequenas mechas.

Seguem algumas fotos de cães das três cores.


Os scottish terriers trigo, ou trigueiros apresentam pelagem uniforme, assim como os exemplares das demais cores, e a sua cor apresenta nuances mais claras ou mais escuras, variando de bege claro, até bege escuro. A cor branca não tem sido relatada como aceita pelas associações de criadores, e é bastante rara. Os cães de cor trigo aparentemente têm a pelagem mais brilhosa que os demais.


Os scottish terriers brindle, ou tigrados, apresentam várias nuances de cor, sempre mesclando listas marrons, cinza, pretas e trigo. A padronagem varia bastante e as cores que se misturam também variam.


Os scottish terriers pretos apresentam cor sólida. Há algumas exceções aceitas pelo kennel Club Norte-Americano, como: pequenas manchas brancas no peito, no queixo ou nas bochechas; muito embora isso não seja comum, e nem muito aceito no Brasil.

Variações
É importante considerarmos que a natureza não é determinista nem estática. Há relatos de scottish terriers brancos, e também cinza, além de brindles que apresentam cores intensas, ou com mechas grandes. Isso não precisa ser visto como aberrações, e, muitas vezes os cães são lindos!

O fator determinante para aceitação das cores tem sido apenas a freqüência com que as três cores acima descritas surgem nos criadouros, além da vontade humana de "padronizar", classificar e julgar fenômenos naturais, que nem sempre são controláveis.

É preciso aceitarmos que a natureza modifica tudo, todos, sempre. Compreendendo essas grandes chances de mutações, seremos capazes de aceitar o fato de que há cores diferentes das que nos predispomos a aceitar, e seremos capazes de apreciar as surpresas que a natureza nos oferece de vez em quando.

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